Breve guia da história do cinema

Em tempos de telas disponíveis em qualquer lugar e muitos filmes a um clique das mãos, você já parou para pensar como o cinema chegou até nós? Quais foram as primeiras produções cinematográficas de entretenimento e como esse universo de narrativas, estéticas e magia evoluiu ao longo dos anos?
Um prato cheio para representar diferentes sociedades, preservar tradições e promover a reflexão crítica, a relevância cultural do cinema é inegável. Vamos juntos embarcar nessa jornada e conhecer a história do cinema a partir de informações detalhadas, curiosidades e aqueles filmes imperdíveis?
Apesar da primeira exibição cinematográfica pública ter acontecido em 1895, com os irmãos Lumière, a história do cinema depende de vários acontecimentos, estudos e invenções que se deram nos séculos anteriores – em um período que hoje chamamos de pré-cinema.
Os estudos de cinética e de óptica – como refração e reflexão, luz e sombra – junto das investigações sobre a fisiologia do olho humano foram fundamentais para que cada elemento da técnica cinematográfica surgisse. Sabe o tradicional Teatro de Sombras? Oriunda da China de 5.000 a.C., essa prática popular de entretenimento que utilizava projeção de sombras para contar histórias pode ser considerada uma predecessora do cinema!
Ainda no século XV, Leonardo da Vinci inventou a “câmera escura”, uma caixa fechada com uma lente de vidro que, ao receber luz, projetava a imagem de objetos exteriores em seu interior de forma invertida. Em 1877, o francês Charles Émile Reynaud criou o “praxinoscópio”, um aparelho circular onde imagens, ao girarem, pareciam se mover.
Em 1890, uma fábrica coordenada por Thomas Edison inventou o “cinetoscópio”, uma máquina onde era possível assistir individualmente filmes de curta duração. Para isso, ele teve que desenvolver uma película de celulose capaz de armazenar imagens.
Foi levando todas essas invenções e estudos em consideração que, em 1895, os irmãos Lumière criaram o cinematógrafo, um aparelho que permitia gravar, copiar e projetar imagens externamente; ancestral da filmadora, era movido a manivela e negativos perfurados.
Por ser leve, o cinematógrafo podia ser transportado para a realização de filmagens externas. Foi assim que os dois irmãos gravaram mais de mil curtas-metragens, a grande maioria retratando cenas do cotidiano.
No dia 22 de março de 1895, aconteceu a primeira exibição pública de um filme: “A Saída da Fábrica Lumière em Lyon” foi exibido para um pequeno público no Grand Café de Paris. Em 26 de dezembro do mesmo ano, os irmãos exibem no mesmo lugar “A Chegada de um Trem à Estação”. Surge, assim, o que hoje conhecemos como cinema!
Agora que o cinematógrafo abria a possibilidade da experimentação de uma linguagem visual diferente, surgiam os primeiros cineastas que utilizavam o cinema para fins ficcionais. Ou seja, para além dos relatos documentais, os filmes tinham o poder de criar novas narrativas.
É assim que, com truques de ilusionismo e efeitos especiais, Georges Méliès ficou conhecido pelo icônico filme “A Viagem à Lua”, de 1902.
Menos conhecida, mas não menos importante, a francesa Alice Guy pode ser considerada a primeira pessoa (e a primeira cineasta mulher) a explorar as narrativas ficcionais no cinema. Já em 1896, anos antes de Méliès, ela faz seu primeiro filme, “A Fada dos Repolhos”.
Ao dar os seus primeiros passos, o cinema ainda se mantinha uma forma de arte baseada em imagens. Os sons, quando surgiam nos filmes, eram fruto de música ao vivo ou uma trilha executada em sincronia com a exibição visual. Esse período ficou conhecido como a Era do Cinema Mudo e contou com grandes nomes como Charles Chaplin e Buster Keaton.
Famosos pela sua habilidade cômica acertadamente misturada a interessantes críticas sociais, os dois diretores nos deixaram um legado precioso: com obras como “O General” (1926) e “Tempos Modernos” (1936), mostraram ao mundo que mesmo o silêncio pode dizer muita coisa.
Com o passar dos primeiros anos do século XX, o cinema evoluiu rapidamente. Em 1903, um protótipo de filme de ação chamado “O Grande Roubo do Trem”, do americano Edwin S. Porter, com narrativa realista, foi sucesso de bilheteria e acabou contribuindo para a popularização do cinema como uma grande aposta da cultura do entretenimento.
Do silêncio do cinema mudo, os filmes passaram a ter som e imagens coloridas de forma sincronizada. A primeira produção com essas características foi exibida em 1814, com o título “Photo-Drama of Creation” – e tinha incríveis 8 horas de duração.
Com cada vez mais público, a indústria cultural reconheceu a importância que o novo tipo de passatempo poderia alcançar na vida da sociedade moderna. Foi assim que surgiu um novo tipo de investimento: os “nickelodeons”, estabelecimentos de exibição a preço populares, destinados sobretudo à classe trabalhadora. Uma nova forma de entretenimento surgia!
Aos poucos, as produções curtas foram dando lugar às mais longas: se antes o espectador estava simplesmente encantado com a nova tecnologia, agora ele já esperava por uma produção mais elaborada.
Com a introdução da classe média no mundo do cinema, espaços como os nickelodeons foram sendo substituídos por cinemas maiores, um pouco mais confortáveis e mais luxuosos. É aqui que se inicia a Era de Ouro de Hollywood – que se estendeu dos anos 20 aos anos 60.
Com a demanda do cinema crescendo cada vez mais rápido, as produtoras perceberam que era preciso encontrar um lugar propício às gravações constantes. Para isso, características como uma condição meteorológica favorável de forma constante tinham que ser atendidas.
Foi assim que Hollywood, uma cidade no subúrbio de Los Angeles, acabou sendo a escolhida. Com clima ensolarado e temperado o ano todo, vegetação variada (de montanhas e desertos, a lagos, encostas e florestas), Hollywood passou a ser o local escolhido para mais de 60% das produções americanas.
Nessa época, diversos gêneros do cinema acabaram surgindo. Veja abaixo um pouco sobre alguns deles!
Drama, comédia, terror ou fantasia: qualquer gênero pode ser um musical, para isso basta que a narrativa se apoie em uma sequência de músicas coreografadas. Com uma influência clara do teatro, o musical ganhou as graças do público já no início do século XX, mas a sua própria “Era de Ouro” começa imediatamente após a Segunda Guerra Mundial e vai até a década de 1960.
Entre os títulos mais famosos, temos produções inesquecíveis como “O Mágico de OZ” (1939), “Cantando na Chuva” (1952), “Cinderela em Paris” (1957), “Mary Poppins” (1964) e “A Noviça Rebelde” (1965).
O filme noir teve o seu ápice nos Estados Unidos entre os anos 1939 e 1950. De forma resumida, podemos dizer que ele é um subgênero do filme policial do romance de suspense, com um estilo fortemente influenciado pelo expressionismo alemão e pelo realismo francês.
Com uma iluminação de destaque entre a luz e a sombra que ressalta os aspectos psicológicos dos personagens e cria uma tensão no espectador, filmes como “O Falcão Maltês” (1941), “Scarlet Street” (1945), “Força do Mal” (1947), “O Terceiro Homem” (1949), “Crepúsculo dos Deuses” (1950) e “Marca da Maldade” (1958) estão entre os preferidos quando o estilo é noir.
Sabe aquela comédia pastelão? Sua origem vem das comédias screwball, um gênero do cinema muito popular durante a Grande Depressão dos Estados Unidos e que tinha como traços característicos situações irreais combinadas com várias trapalhadas em ações rápidas.
Geralmente as tramas das comédias screwball – popularmente chamadas de “comédias malucas” – envolve uma história romântica central rodeada de mal entendidos e personagens principais femininas, além de questões de classe tratadas com apelo cômico.
Situações irreais, uma combinação de palhaçada com ação rápida, e uma trama envolvendo namoro e casamento ou um novo casamento.
Clássicos como “Aconteceu Naquela Noite” (1934), “Levada da Breca” (1938), “Jejum de Amor” (1940) e “Núpcias do Escândalo” (1940) são ótimos exemplos de screwball comedies que envolvem protagonistas femininas autoconfiantes e independentes, situações inusitadas e uma narrativa quase frenética.
Como não poderia deixar de ser, o pós-guerra influenciou também o modo como o cinema era feito. Suas temáticas, suas técnicas e seus estilos: tudo passou por uma grande transformação e movimentos artísticos incríveis acabaram dando as caras.
Despontando nos anos de 1940, o Neorrealismo Italiano caracterizou-se por contar histórias sobre a classe trabalhadora filmadas com recursos diminutos. Retratando o desespero e a desigualdade construídas pela guerra, esses filmes buscavam suas inspirações nos escritores realistas da virada do século.
Com seu início um pouco mais tarde, já na década de 50, a Nouvelle Vague Francesa também possuía um caráter diretamente contestatório: buscava-se transgredir as regras aceitas e seguidas pelo cinema tradicional – sobretudo o hollywoodiano –, além de dar uma ênfase maior ao protagonismo das ideias do diretor em detrimento dos personagens.
Leia também: Filmes franceses: 13 dicas para assistir online
Foi nessa toada que surgiu o que, mais tarde, ficou conhecido como “cinema de autor” ou “filme de autor”. Cunhada para descrever um conjunto de filmes de um diretor que refletem a sua personalidade artística, essa expressão busca conectar a obra de um cineasta com um estilo específico e uma temática singular.
Enquanto na França de 60 o cinema de autor é reivindicado por diretores como Jean-Luc Godard e François Truffaut – que desejava romper com o academicismo dos seus antecessores –, na Alemanha o movimento do Novo Cinema Alemão ia no mesmo sentido com diretores como Werner Herzog e Wim Wenders.
A ideia, em ambos os países, é a mesma: acreditava-se que cada filme imprime a visão e o estilo do seu diretor, ao invés de ser considerado simplesmente um produto de entretenimento à la Hollywood. Para fugir da receita tradicional, os cineastas buscavam narrativas mais humanas utilizando técnicas e montagens mais experimentais.
Com a chegada da década de 60, muita coisa mudou no mundo do cinema. Não apenas nos aspectos tecnológicos e técnicos, mas também no âmbito cultural: as produções passaram a refletir, com muito mais liberdade, as mudanças sociais e políticas da época.
Com o crescente declínio do sistema de Hollywood, o pensar e o fazer cinema inauguravam uma nova era cinematográfica – mais independente e autoral. Se antes as grandes e famosas produções eram feitas em Los Angeles, agora estúdios na Inglaterra e na Itália ganhavam espaço.
Além dos já citados movimentos da Nouvelle Vague, do Neorrealismo Italiano e do Novo Cinema Alemão, o Cinema Novo Brasileiro também entrou em cena!
Com uma forte crítica à desigualdade social e racial do nosso país, ele se opunha aos formatos populares e tradicionais de filmes que eram feitos no Brasil até então – quase sempre musicais, épicos ou comédias que seguiam um padrão hollywoodiano.
Se você não ouviu falar do Cinema Novo Brasileiro, saiba que ele foi realmente inovador. Colocando-se contra o industrialismo cultural e as pautas importadas, lutou fortemente por uma arte engajada com as preocupações sociais nacionais. Retratos da miséria, da violência e da fome tornaram-se recorrentes e, claro, transgressoras.
Com tantos eventos, movimentos e produções fervilhando por todos os cantos do mundo, Hollywood também se viu obrigado a encontrar um novo caminho de fazer cinema. Produções independentes com orçamento reduzido (como os filmes de John Cassavetes) e a ascensão do cinema de autor começaram a ganhar espaço nas terras americanas.
Nomes como Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Stanley Kubrick despontaram e criaram um ambiente novo, onde a coerência dos seus próprios estilos tornou-se a régua que moldou o ponto de vista artístico da época.
Junto disso, gêneros e temas específicos marcaram a época dos 60 e 70: dramas políticos juntaram-se ao terror psicológico e à ficção científica para fazer dessas duas décadas um bom exemplo de como o cinema engajado com os acontecimentos do mundo faz do universo cinematográfico um lugar ainda mais interessante!
Leia também: Cinema brasileiro: dicas de filmes para ver online
Não tem como falar da história do cinema, mesmo que de maneira breve, sem enfatizar a mudança cultural trazida pela globalização e pela era digital. Com a virada do século 21, os avanços tecnológicos afetaram profundamente as produções cinematográficas.
Com a digitalização, gravar, produzir, editar e divulgar um filme tornou-se uma tarefa mais acessível. Uma das consequências dessa mudança foi a democratização da arte, que passou a ser produzida de forma muito mais autoral e independente em diferentes lugares do mundo.
Junto disso, a globalização ampliou o acesso a cinemas nacionais e produções estrangeiras – como as asiáticas e latino-americanas. Não é à toa que mais e mais festivais e premiações internacionais (como o Cannes e o Oscar) se veem obrigados a dar espaço para filmes que, antes, acabavam passando ao largo.
Com a digitalização, o cinema também teve a chance de se tornar ainda mais experimental e interativo. Com diferentes programas de edição disponíveis e tecnologias avançadas, trabalhar cores, luzes, cenários e personagens ganhou outra dimensão.
Mas para além da mudança na produção dos filmes, a era digital também trouxe uma revolução na forma como os espectadores consomem esse tipo de arte. Se antes você precisava ir até uma sala de cinema para apreciar qualquer produção, agora basta ligar a televisão, o notebook ou até mesmo o celular.
Disponíveis instantaneamente em plataformas de streaming como o Reserva Imovision, séries e filmes estão a uma tela de distância – no caso, uma tela que fica dentro da nossa própria casa!
Não tem jeito melhor de entender a história do cinema do que explorá-la direto na fonte! Para isso, a Reserva Imovision serve como uma porta de entrada para o cinema artístico e histórico, com uma curadoria especializada, catálogo com obras premiadas e clássicos restaurados e uma experiência única para cinéfilos e novos entusiastas.
Vamos conhecer alguns títulos exclusivos e obras de diretores icônicos que você pode encontrar na Reserva?
É impossível falar da história do cinema sem passar por uma das diretoras mais aclamadas das últimas 6 décadas: Agnès Varda. Inovadora, peculiar e política, Varda faz do seu “Cléo das 5 às 7” (1962) um passeio angustiado pelas ruas de Paris se transformarem em momentos inesquecíveis em sua simplicidade.
Aplaudido de pé no Festival de Cannes de 1995, “O Ódio” (1995) até hoje rende opiniões controversas. Dirigido pelo francês Mathieu Kassovitz, o filme retrata um dia na vida de três amigos que vivem em um bairro pobre de imigrantes em Paris. Uma produção icônica para conhecer a vida daqueles que estão à margem mesmo nos grandes centros do dito primeiro mundo.
Para conhecer um pouco do cinema indiano mas fugir das produções de Bollywood, “A Esposa Solitária” (1964) é a aposta. Dirigido por Satyajit Ray, o filme conta a história de uma esposa que passa seus dias sozinha em casa até que recebe a companhia do primo de seu marido. A partir dali, sua autonomia renasce.
Um clássico de Michael Haneke, “A Professora de Piano” exemplifica com maestria o tão comentado “cinema de autor”. Em uma história que trabalha diferentes nuances do desejo e do sexo, esse filme de 2001 traz como personagem principal a incrível Isabelle Huppert em uma fotografia simples, solene e linda.
Dirigido por Héctor Babenco e lançado em 2003, “Carandiru” baseia-se no livro de “Estação Carandiru”, de Drauzio Varella, e conta a difícil vida dos detentos dentro do maior presídio da América Latina. Precariedade, superlotação e violência policial se misturam ao dia a dia de homens que ainda, apesar de tudo, são capazes de sonhar.
Yorgos Lanthimos, diretor de “Pobres Criaturas” (2023) e “A Favorita” (2018), começou seu caminho de sucesso com o lançamento do seu terceiro longa, “Dente Canino” (2009). Notadamente psicológico, o filme questiona os limites das normas sociais ao contar a história de uma família um tanto diferente.
Um filme difícil e inesquecível: assim podemos descrever “Pixote, A Lei do Mais Fraco” (1980), dirigido por Héctor Babenco. O longa conta a história de Pixote, um menino de menos de dez anos, abandonado pelos pais, que precisa roubar para sobreviver nas ruas de São Paulo.
Sua vida – entre instituições infantis, abusos e colegas igualmente menores de idade – exemplifica um período complicado para os direitos humanos no Brasil, sobretudo no tocante ao universo infantil.
Obstinado em tirar a própria vida, um homem de meia idade abre sua cova embaixo de uma cerejeira no meio das montanhas, mas precisa encontrar alguém disposto a enterrar o seu corpo. Essa é a premissa de um dos maiores dramas iranianos, dirigido por Abbas Kiarostami e lançado em 1997.
Baseado em uma peça teatral que leva o mesmo nome, “Incêndios” (2010) foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Internacional e segue a história de dois irmãos gêmeos que, após a morte da mãe, descobrem que o pai que julgavam morto está vivo e, além disso, possuem um irmão que desconheciam.
Quatro histórias, vários tabus. “Contos Imorais” (1973) passeia por diferentes épocas buscando desafiar as normas de cada período – e, também, do espectador. Um clássico do diretor polonês Walerian Borowczyk, merece ser visto para repensar nosso modo de encarar, sobretudo, a nudez.
Delicioso musical da década de 60, “Os Guarda-Chuvas do Amor” (1964), conta a história de uma jovem que vende guarda-chuvas e se apaixona por um mecânico convocado para lutar na guerra da Argélia.
Com cores vivas, que contrastam com o preto e branco da Nouvelle Vague, este filme do diretor Jacques Demy pretende apresentar mais uma versão de quem busca superar as adversidades do amor.
Conhecer a história do cinema é essencial para compreender a evolução da arte e a diversificação cultural que nos rodeia.
Apesar do cinema ter surgido primeiramente como uma forma de entretenimento, o seu valor vai muito além da diversão: através dos filmes somos capazes de conhecer outras realidades, questionar nossos ideais, descobrir novas formas de arte e refletir sobre os acontecimentos históricos.
Aproveite o momento para conhecer a Reserva Imovision e ficar mais perto do melhor que o cinema (e a sua história!) tem para oferecer. Entre no site, navegue pelos planos e escolha o ideal para as suas necessidades cinéfilas.
Interessado em fazer a assinatura da Reserva Imovision, mas ainda com algumas dúvidas? Veja abaixo as respostas às questões mais frequentes!
A Reserva Imovision é uma plataforma de streaming que une o melhor do cinema Reserva Cultural e da distribuidora de filmes Imovision. Juntas, elas oferecem uma variedade de filmes cuidadosamente escolhidos, contando com o melhor do cinema mundial – sobretudo obras que passam ao largo do mainstream.
Os preços são pensados para serem acessíveis. Existem três planos: a assinatura mensal custa $24,50 por mês, enquanto as assinaturas semestral e anual contam com preço promocional: a primeira, $124, 91 e a segunda, $211,68.
Ainda não tem certeza? Faça um teste grátis por 7 dias!
O catálogo da plataforma conta com mais de 450 títulos de diversos gêneros e diretores. Como o objetivo é levar um cinema de qualidade para o espectador, a curadoria é feita de maneira cuidadosa e atenciosa, dando destaque para filmes independentes, autorais e premiados nos grandes festivais de cinema do mundo.
Explore o catálogo completo nesse link.
A Reserva Imovision pode ser acessada pelo computador, por celulares e tablets com sistema operacional iOS ou Android e conta com função de espelhamento para SmartTV e Chromecast.
Também é possível acessar o aplicativo em Smart TVs com sistema Android TV (Sony, TCL, Philco, Philips); Samsung TV (fabricadas após 2022), sistema Roku (AOC e Philips); dispositivos com sistema Android TV (TV Box, Mi TV Stick, Mi Box, entre outros), Roku Express e Apple TV.